Silvestre Labs® lança o curativo biológico Colzen

Produto é indicado para feridas de difícil cicatrização


A Silvestre Labs® lançou em setembro de 2013 o Colzen, curativo biológico indicado para queimaduras e feridas de difícil cicatrização como as sanguinolentas, úlcera de perna e úlcera de pressão e pé diabético, complicação grave do diabetes. Segundo o Ministério da Saúde, 70% das cirurgias para retirada de membros no Brasil têm como causa o diabetes mal controlado: são 55 mil amputações anuais. O produto, com formulação única e inovadora, 100% desenvolvida no Brasil, já possui registro na Anvisa e atenderá inicialmente o mercado hospitalar público e privado.

A inovação do Colzen está na combinação de Nitrato de Cério, Colágeno Tipo I e Alginato de Cálcio, três componentes extremamente importantes no processo de cicatrização, distribuídos de forma homogênea e alta biocompatibilidade. A combinação, características e forma do produto são únicas. O produto somente é contraindicado para pacientes que tenham alergia a qualquer item de sua composição.

 

“A Silvestre Labs® já atua no segmento de feridas de difícil resolução há mais de 20 anos, tem forte expertise na área e seus especialistas identificaram no mercado a necessidade de um curativo com as características únicas do Colzen”, destaca Cezar Jones, Diretor Comercial da Silvestre Labs®.

O investimento para os três anos de desenvolvimento e pesquisa do Colzen foi de mais de 1 milhão de reais, com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

A Silvestre Labs® conseguiu a aprovação da patente do produto nos Estados Unidos, e tem pedidos em outros seis países, incluindo o Brasil. Mas por aqui a análise do pedido, e posterior concessão da patente, deve demorar. Segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o prazo de espera tem sido de dez anos, ou seja, mais que o dobro do período de países desenvolvidos. No entanto, o INPI vem implementando uma série de medidas para que esse prazo seja reduzido para quatro anos até 2015.